Novidade em Rio Branco, faixas de pedestres coloridas são tendência no Brasil e no mundo

Ao colorir as faixas de pedestres no Centro de Rio Branco, o prefeito Tião Bocalom mostra que está antenado às novas tendências sem perder de vista a segurança no trânsito (Foto: Felipe Freire/Assecom)

Ao colorir as faixas de pedestres no Centro de Rio Branco, o prefeito Tião Bocalom mostra que está antenado às novas tendências para dar mais vida aos ambientes urbanos sem perder de vista a segurança no trânsito.

No início da semana, a Superintendência de Transportes e Trânsito (RBTrans) deu início à revitalização das sinalizações e decidiu inovar, pintando de azul o fundo das faixas, que antes tinha a cor do asfalto. A ideia é chamar ainda mais a atenção dos motoristas, garantindo assim o respeito às normas de trafegabilidade.

Sinalizações horizontais coloridas podem ser encontradas em várias cidades do Brasil e do mundo. Em Fortaleza (CE), por exemplo, o poder público municipal pintou, no ano passado, as faixas de alguns pontos da cidade com fundo verde e detalhes coloridos.

Já em Catanduva, interior de São Paulo, travessias nas cores azul, amarelo, vermelho e verde embelezam a cidade e promovem segurança no trânsito de forma criativa.

Outros exemplos pelo mundo é o que não faltam. Em Madrid, capital da Espanha, um artista fez intervenções com formatos geométricos nas faixas e mudou a estética de algumas ruas da histórica cidade europeia.

A tendência não é recente. Há cinco anos, vários municípios dos Estados Unidos trocaram o branco padrão das faixas de segurança pelas cores do arco-íris como forma de chamar a atenção para o respeito às diversidades.

O superintendente da RBTrans, Anízio Alcântara, esclarece que o Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito não proíbe o uso de cores nas faixas. “O azul é uma cor que se destaca mais entre o branco e dá uma permeabilidade do asfalto cru que fica entre a parte branca”, justificou o gestor quanto à escolha da cor.

Ele cita a resolução 236 do Conselho Nacional de Trânsito e o artigo 85 do Código de Trânsito Brasileiro para respaldar a decisão de inovar as faixas com uma cor diferente da habitual.