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Prefeito de Rio Branco determina a compra de bombas de captação de água para as ETAS

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Prefeito Tião Bocalom em visita a tornearia que realiza a manutenção das bombas do Saerb (Foto: Evandro Derze/Assecom)

Preocupado com os constantes problemas nas bombas de captação de água em Rio Branco, o prefeito Tião Bocalom decidiu autorizar a manutenção das bombas em atividade e a compra de novas bombas e peças de reposição.

O sistema de abastecimento de água em Rio Branco é um problema sério há muitos anos, administrado pela prefeitura ou pelo Estado, o serviço sempre foi deficitário. Com vistas a uma solução, o Estado teve a ideia de privatizar o sistema de água e esgoto no país.

O prefeito Tião Bocalom, ao assumir a prefeitura, cumpriu uma promessa de campanha e não aderiu ao programa de privatização por analisar que a população seria prejudicada com o aumento de tarifa a exemplo do que ocorre com a energia. Contra tudo e todos, a prefeitura já assumiu o sistema de água e os esgotos antigos. Como em toda busca de resolução os problemas aparecem.

A Estação de Captação da Eta II fica localizada nas proximidades da terceira ponte. A estação possui três bombas e uma foi recuperada. O problema é que a adutora tem uma das bombas com problema. A adutora leva a água para a Eta II e essa estação atende a cidade em 62,5%.

Na estação de captação da Eta II existiam 3 tanques de decantação, dois foram arrastados pelo desmoronamento dos barrancos do Rio Acre. Na sala de máquinas da adutora falta um dos motores necessários para distribuir a água para a Eta. O diretor técnico do Saerb, Fernando Cardoso, explicou que se a Eta possuísse um motor de 800 cavalos, a produção seria maior. “O motor elétrico de 800 cavalos que está faltando, trabalha como reserva. Nesse momento, desde quando a nossa gestão recebeu o sistema, está sem ele, pois o Depasa não deu a devida manutenção. Há três anos esse motor esta parado. Estamos fazendo a licitação para recuperá-lo e também comprar um motor novo para ficar de reserva. O que vai garantir a quantidade de água que não falte na cidade”, disse o diretor.

Hoje a cidade está com menos 20 por cento do abastecimento de água por causa de um problema na bomba de captação da Eta I. A bomba vertical de eixo prolongado está implantada há 25 anos e há 1 ano e meio, não passava por uma manutenção. Por causa disso, sofreu um desgaste. Foi retirada, passou por uma manutenção e foi reimplantada novamente, mas por causa das constantes quedas de energia, deu problema no eixo e foi retirada de novo, o que ocasionou a queda na produção de 300 litros de água por segundo.

As peças estão numa tornearia para manutenção e num esforço dobrado os técnicos esperam concluir a manutenção nos próximos dias. “A parada dessa bomba para manutenção, levou a uma queda de produção. Isso é em torno de 20% de toda a nossa produção de água. Nos próximos dias nós teremos o abastecimento diminuído em toda a cidade em 20% para suprir a demanda. Para resolver em definitivo o problema, nós vamos adquirir bombas novas. A nossa previsão é que neste ano ou no início do próximo ano, ela esteja montada, pois esses equipamentos devem ser fabricados por encomenda”, ressaltou Fernando Cardoso.

Determinados a encarar os problemas de frente, o prefeito Tião Bocalom e o presidente do Saerb, Edvaldo Fortes, acompanham os trabalhos de perto. Edvaldo Fortes ressaltou a dificuldade na qual a gestão assumiu o sistema. “Viemos mostrar para o Prefeito como está a nossa estrutura de manutenção das peças de reposição. Estão muito defasadas e sucateadas. Essa é uma das principais empresas de manutenção que nós temos. A ideia foi trazer o Prefeito para ver in loco a dificuldade que nós estamos passando. Como não temos peça de reposição imediata, tira-se a peça, vem para o fornecedor, faz a manutenção para devolver. Tudo isso leva tempo”, explicou o presidente do Saerb.

Tião bocalom enalteceu que a gestão não mede esforços para levar qualidade de vida e dignidade aos rio-branquenses. “A prefeitura realmente assumiu o sistema de água e esgoto em Rio Branco, mas assumimos um sistema que estava arrebentado. Um sistema que não tinha manutenção. Não tem bombas reservas. A prefeitura vai comprar essas bombas, mas, para comprar, demora de 6 a 8 meses para as indústrias entregarem. Eu peço a população que entenda a nossa situação, a Prefeitura acabou de assumir o sistema, está correndo atrás e vamos resolver o problema. A situação não é tão fácil e pedimos a compreensão da população. Queremos resolver a situação, igual estamos fazendo com o transporte coletivo. Não resolvemos tudo, mas já resolvemos um pedaço, a mesma coisa com a água”, enalteceu o prefeito.

 

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