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Secretarias de Saúde do Estado e de Rio Branco reforçam combate às arboviroses

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O secretário de Saúde do Acre, Pedro Pascoal e o secretário de saúde do município de Rio Branco, Rennan Biths, anunciaram em coletiva um decreto de emergência em decorrência do aumento de casos de síndromes febris, ocasionadas pelas arboviroses, incluindo a dengue, Zika e Chikungunya. O decreto será publicado em edição do Diário Oficial do Estado (DOE).

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Pedro: “Alguns municípios precisam do nosso apoio pra fortalecer as ações de combate às doenças” (Foto: Val Fernandes/Secom)

“O decreto é uma ferramenta que entra para fortalecimento das ações, parte de uma exigência da Portaria 3160 do Ministério da Saúde, na qual disponibiliza um recurso financeiro para custear as nossas ações. Nós sabemos que houve uma transição de gestão entre alguns municípios, troca de prefeitura, de secretários de saúde e que, esses municípios, ainda precisam de ações para fortalecimento dessas ações. Não é o caso da capital, não é o caso de Cruzeiro do Sul, mas temos alguns municípios que precisam desse apoio”, disse Pedro Pascoal.

O decreto de emergência vai facilitar a captação de recursos, possibilidade de treinamento e aquisição de insumos. O secretário de saúde do município, Rennan Biths disse que a capital irá realizar ações integradas entre estado e municípios por meio de cooperação técnica para assistir as unidades de saúde do município.

“Nesse momento em que vários profissionais, vários médicos foram dispensados por conta dessa transição de uma gestão para outra, a prefeitura vai poder fazer essa contratação imediata nos próximos dias para suprir essas unidades que estão desassistidas nesse momento”, explicou Rennan.

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Rennan: “Esse trabalho depende muito do envolvimento não só das instituições, mas também da sociedade” (Foto: Val Fernandes/Secom)

O secretário lembrou ainda das ações que já estão sendo realizadas com a população para evitar o avanço do vetor.

“Tem uma grande mobilização, porque esse trabalho depende muito do envolvimento não só das instituições, mas também da sociedade, porque 90% dos focos de reprodução do vetor que propaga a dengue, que é o mosquito da dengue, ocorre dentro das residências, que está dentro do ambiente privado das famílias. Então, assim, é feito um esforço de limpeza dos espaços públicos, dos logradores. A gente deu início ali naquela regional do segundo distrito.”

Em um simples recipiente, é possível a proliferação dos vetores, o secretário pediu que a população também fique em alerta máximo.

“A gente pede à população que possa estar atento a esses reservatórios dentro das suas residências, caixa d’água, tampa, vaso de planta. Porque a principal estratégia com relação, especialmente as arboviroses, é a gente evitar que o vetor se reproduza, que é o mosquito. Então, apesar de todo esforço que é feito pela Secretaria Estadual, pela Secretaria Municipal e todos os parceiros, a gente precisa dessa participação da população para que a gente possa dar essa resposta e preservar a saúde de toda a nossa comunidade”, concluiu.

 

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