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Processo de perfuração dos poços de captação de água do Saerb chega na segunda fase de análise

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A Prefeitura de Rio Branco tenta resolver de vez o problema do abastecimento de água na cidade com a captação alternativa, por meio de poços artesianos. O projeto para a implantação na capital está em fase de estudo. Uma empresa foi contratada para elaborar os estudos para a viabilidade do projeto.

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Enoque: “O gasto com cloro irá cair mais de 80%”(Foto: Evandro Derze/Assecom)

Segundo o diretor-presidente do Saerb, Enoque Pereira, hoje com o tratamento da água a companhia chega a gastar mais de dois milhões de reais. Com água do poço, o valor gasto com cloro irá cair mais de 80%.

“Em Rio Branco a gente consome uma média de 1.600 litros por segundo, que é o que é produzido nas ETAS. Quando chega uma fase ruim do rio, que é a turbidez alta, aquela lama que tem dentro da água, a gente consegue tratar no máximo 1.400 e 1.350. Já faz falta na cidade. Com água de poço não, é já uma água pronta, se a gente conseguir puxar essa água, ela vem pronta, só clorar, dá essa estabilidade”, informou Enoque.

Serão quatro fases de análise de solo.A empresa está concluindo a segunda e irá iniciar a terceira fase. Na quarta fase será a análise do perfil geológico do solo, a qualidade e a quantidade de água no local. Após todos os projetos de análise, a empresa vai apresentar para a prefeitura a análise e a viabilidade do projeto para, em seguida, a construção da rede de captação.

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Bocalom: “Todos os investimentos são inéditos” (Foto: Evandro Derze/Assecom)

“Os nossos poços serão de até 800 metros para sabermos onde é que está essa água e qual a qualidade e também a quantidade. Muitas vezes você tem uma água boa, mas a quantidade é pequena, não vale a pena você tirar daquele lençol. Então aqui a gente vai verificar quantos lençóis a gente tem e até onde a gente vai perfurar”, explicou o prefeito de Rio Branco.

O prefeito disse ainda que todos os investimentos são inéditos e necessários para a garantia da qualidade de vida e da dignidade dos consumidores da capital.

“O mais importante é que nós estamos fazendo uma coisa de forma científica. Nós não estamos fazendo um trabalho de qualquer jeito. A empresa manda perfurar, entendeu? A perfuração acontecerá exatamente nas áreas em que a pesquisa disser. Esta área aqui é possível ter mais água do que a outra, que são 10 e a gente vai perfurar em 2”, concluiu.

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