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CREA apresenta ao prefeito Tião Bocalom Marco Regulatório do Saneamento de Rio Branco

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O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Acre (CREA-AC) reuniu seu corpo técnico da manhã desta terça-feira, 21, para apresentar ao prefeito Tião Bocalom o Marco Regulatório do Saneamento de Rio Branco e discutir a formalização de parcerias.

A ideia é promover ações conjuntas que levem a capacitação, assessorar e apoiar tecnicamente na elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB), visando o aperfeiçoamento para atuação, planejamento e a efetiva conclusão do Plano.

O evento ocorreu no auditório do Conselho e contou com as presenças de técnicos do Saerb, Sanacre, da presidente da Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado do Acre (Ageacre), Naiara da Silva Souza, e do presidente do Saerb, Edvaldo Fortes.

“Esse encontro com o CREA é de extrema importância. São profissionais gabaritados que conhecem o sistema e têm funcionários do Saerb que são bastante gabaritados, isso é muito importante”, disse Edvaldo.

A reunião foi articulada pela engenheira Carmem Bastos Nardino, presidente do CREA, que colocou o Conselho a disposição da instituição municipal. “Nós podemos contribuir com a prefeitura, tanto na elaboração do Plano de Saneamento, quanto na parte técnica. No nosso Conselho contamos com engenheiros em todas as áreas que podem estar contribuindo com a gestão, por meio de convênios e por meio de parcerias”, explicou Carmem Nardino.

O prefeito Tião Bocalom agradeceu a iniciativa do CREA-AC e comentou sobre a reversão dos serviços de água e esgoto da cidade de Rio Branco, previsto para janeiro de 2022.

“Eu estou feliz porque sei que podemos contar com a mão de obra experiente e com vontade de fazer a mudança que precisa ser feita para gente deixar para trás essa história de privatização. Isso só ia prejudicar a população de Rio Branco, porque com certeza, o preço da água estouraria e quem ia sofrer sãos aqueles que têm pouco, as pessoas mais simples”, observou o prefeito.

Ele ressaltou que a maioria dos moradores de Rio Branco não ia conseguir pagar uma taxa de R$ 50, por exemplo, por consumo de água tratada. Disse ainda que o grande desafio é colocar água nas torneiras 24 horas.

“Deu para se ver que todos técnicos e engenheiros presentes concordam que nós precisamos tirar água do subsolo do Segundo Distrito, lá tem água boa, porque não capturar”? Indagou prefeito, reafirmando o compromisso de diminuir a captação de água dos rios e investir na captação de aquíferos.

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