Prefeitura de Rio Branco intensifica abordagem social para identificar situação de violação de direitos

Abordagens são feitas para garantir os direitos básicos dessas pessoas (Foto: Evandro Derze/Assecom)

A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH), vem intensificando nos últimos dias, as ações do Serviço Especializado de Abordagem Social (SEAS) na capital acreana.

Diariamente, a equipe técnica do SEAS, liderada pela Assistente Social, tem visitado pontos estratégicos para identificar nas ruas de Rio Branco, concentração de pessoas em situação de violação de direitos ou alta vulnerabilidade social.

Através do processo de busca ativa, o SEAS identifica nos territórios a incidência de trabalho infantil, violência, abuso, exploração sexual de crianças e adolescentes e outras, além da abordagem às pessoas em situação de rua

Em geral, o objetivo do serviço é conseguir desencadear a saída dessas pessoas das ruas e promover o retorno familiar e comunitário, além do acesso à rede de serviços socioassistenciais e às demais políticas públicas.

De acordo com o diretor de Assistência Social, Ivan Ferreira, as ações fazem parte de uma reformulação estrutural no SEAS, que passa pelo fortalecimento e qualificação das equipes.

“Nós estamos passando por uma nova reformulação da abordagem social. Agora estamos trabalhando com uma equipe completa que está estruturada com carro disponivel 24 horas. É uma equipe aguerrida que está nas ruas trabalhando, mas poucos conhecem esse serviço.”

Ivan Ferreira, explicou também que a Prefeitura de Rio Branco, vai seguir intensificando as abordagens, principalmente nos horários de pico, porque segundo ele, são nessas horas que essas pessoas vão às ruas e se colocam em situação de mendicância nos semáforos colocando em risco a vida, principalmente, das crianças e adolescentes.

“Nós temos identificado por parte de toda nossa equipe técnica dos nossos agentes sociais, psicólogos e todo nosso corpo, que a maioria dessas pessoas que estão nos semáforos são indígenas ou imigrantes. E nós temos reforçado, com o apoio do Ministério Público e o Conselho Tutelar da rede, porque temos visto várias crianças que correm um sério risco de estarem nas ruas de Rio Branco”, concluiu.