Com o início das chuvas oriundas do chamado inverno amazônico, a Prefeitura de Rio Branco começa a por em prática as ações que serão desenvolvidas em situação de desastres naturais, o chamado Plano de Contingência para desastres naturais.
Na manhã deste sábado (17), o nível do Rio Acre, principal manancial de Rio Branco, ultrapassou a cota de transbordamento de 14 metros e as primeiras famílias começaram a ser levadas para o abrigamento no Parque de Exposições.

De acordo com o Coordenador da Defesa Civil de Rio Branco, tenente-coronel Cláudio Falcão além do Parque de Exposições, outras duas escolas estão preparadas para receber as famílias que requer situação especial.
“Além de toda a estrutura que o parque tem para receber as famílias desabrigadas, seja agora pelo Rio Acre ou por qualquer tipo de enxurrada, nós também temos duas escolas de prontidão, a Escola Maria Lúcia e a Anice Dib Jatene para poder nós abrigarmos aquele público especial, idoso e pessoas com Transtorno do Expectro Autista (TEA)”, explicou o coordenador que complementou: “Nós já temos também alguns animais acolhidos no Parque”.
Já estão prontos 74 abrigos o que comportariam famílias desabrigadas até a marca dos 15 metros e meio de elevação do Rio Acre. Caso seja necessário, pela recomendação do Prefeito Tião Bocalom, a Prefeitura ampliará a quantidade de boxes para abrigar a quantidade de famílias necessárias. O Parque tem capacidade de abrigar até 5 mil pessoas, o que corresponde mais de mil famílias.
Segundo o monitoramento realizado pela Defesa Civil municipal, nesse momento, o rio Acre dá sinais de vazante nas cabeceiras, em Assis de Brasil, Aldeia dos Patos e também em Brasileia. Em Xapuri e Capixaba o monitoramento indicou sinais de enchente, já no Riozinho do Rola os sinais são de vazante.


