Prefeitura envia para aprovação na Câmara Projetos de Leis para o abono salarial e o reajuste para cargos comissionados

Tião Bocalom: “É uma forma de reconhecer o mérito de quem tem contribuído para economia e administração dos recursos do Município” (Foto: Val Fernandes/Assecom)

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, anunciou em coletiva na manhã desta terça-feira (20), o encaminhamento dos Projetos de Lei que regulam o abono salarial de R$1.000,00 para funcionários efetivos do quadro da prefeitura, assim como lei que permite reajuste de 20% para cargos comissionados, para aprovação na Câmara de Vereadores.

De acordo com o prefeito, há dez anos não há reajuste para estes trabalhadores e se comparar com as mesmas funções no estado o valor salarial está defasado. Segundo o gestor, essa é uma forma de reconhecer o mérito de quem tem contribuído para uma maior economia e administração dos recursos da prefeitura.

“Esses trabalhadores se dedicam para fazer valer o que tanto falo “vamos cuidar bem do dinheiro público”. Todos ajudaram, desde a pessoa que limpa o chão economizando, assim como quem cuida de combustível e não deixou desviar combustível e quem cuida do outro colega para fazer um bom trabalho. A prefeitura tem hoje mais de R$ 430 milhões na conta, sem parar de investir na cidade e é uma forma de dizer obrigado a essas pessoas.”

Jonathan: “O abono é direcionado para servidores efetivos, bem como temporários que possuem vínculo direto com o município” (Foto: Val Fernandes/Assecom)

Sendo aprovado, o reajuste salarial para cargos comissionados passa a vigorar a partir do dia 01 de janeiro de 2023.

Jonathan Santiago, secretário municipal de Gestão Administrativa, esclarece que o abono é direcionado para servidores efetivos da administração direta e indireta, bem como temporários que possuem vínculo direto com o município. Ele explica ainda o motivo de terceirizados estarem impedidos de receber o abono.

Jonathan, explicou que embora os terceirizados trabalhem no município, são contratados por empresas a qual esta empresa mantém o vínculo com o município.

“Juridicamente nós não podemos conceder este abono, que é recurso próprio do município para pessoas que não fazem parte do quadro, ou não prestam serviço direto para o município.”