Campanha de vacinação antirrábica continua em pontos fixos neste sábado

“Tem que vacinar os bichinhos, tem que criar, mas tem que cuidar também” (Foto: Evandro Derze/Assecom)

Há quem diga que o animal é o melhor amigo do homem. Mas para tê-lo é necessário dar carinho, amor e principalmente, cuidado. Pensando nisso, a prefeitura de Rio Branco, por meio do Departamento de Controle de Zoonoses da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) segue com a ação de vacinar cada vez mais os animais contra a raiva que é uma zoonose fatal em quase 100% dos casos.

A Semsa está trabalhando com dois métodos. O primeiro, durante a semana através de vacinação domiciliar e o segundo, aos sábados, em locais estratégicos com pontos fixos. Neste sábado (20) estão concentradas, das 8h às 16h, duas equipes, uma na praça do bairro Castelo Branco, ao lado do Pague Pouco e a outra na escola Marilda Gouveia, no bairro João Eduardo.

A vacinação é a forma mais eficaz de prevenção das doenças (Foto: Evandro Derze/Assecom)

 

O médico veterinário Mário César, responsável pelo setor de raiva do Departamento de Controle de Zoonoses reforçou a importância da população estar levando seus animais para vacinar.

“É extremamente importante que haja a adesão da população para trazer os seus animais até os postos de vacinação ou receber os nossos agentes nos domicílios”, explicou.

Ainda de acordo com o médico veterinário, a vacinação antirrábica é a forma mais eficaz que existe de prevenir os animais tanto de se infectarem quanto de transmitirem a doença para os seres humanos.

“Eu amo meus animais, por isso vim trazê-los” (Foto: Evandro Derze/Assecom)

 

 

 

Nilzete Ramos é dona da Megae e da Mia, ela contou que levou as cachorras para vacinar para a prevenção da raiva.

“Nós viemos vacinar para que no futuro não venha acontecer algo, como doença nos cachorros. E eu tenho vários cachorrinhos que amo de paixão”, disse Nilzete Ramos.

“Eu vim trazer os cachorrinhos para serem vacinados Duke, Lilica e Estrela, para evitar a raiva. Tem que vacinar os bichinhos, tem que criar, mas tem que cuidar também”, explicou o aposentado, Wilson Fernandes.