Prefeito Tião Bocalom se reúne com Frente Nacional de Prefeitos para tratar sobre o Transporte Coletivo no país

Videoconferência com prefeitos da FNP (Foto: Felipe Freire/ Assecom)

O transporte coletivo é um problema sério em todo o Brasil. Diversos municípios estão enfrentando problemas no setor. Nesta sexta-feira, 8, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, participou de uma reunião da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), por videoconferência, que contou com a participação de prefeitos de outras cidades brasileiras, para tratar sobre o transporte público no país.

Tião Bocalom explicou sobre o projeto de Lei 4.392/2021, que traz uma alternativa para o financiamento da gratuidade oferecida aos idosos para o transporte público, promovendo maior sustentabilidade ao sistema e evitando onerar tarifas. “Estamos com problemas no Brasil inteiro. Há mais de um mês aprovamos no senado uma lei para que o Governo Federal pagasse as gratuidades, passando esse dinheiro para as prefeituras pagarem as empresas, melhorando a questão do transporte sem ter que fazer aumento de tarifa. Isso aprovou no Senado, mas está parado na Câmara. Essa reunião foi para tratar de como nós vamos mobilizar os prefeitos para pedir que a Câmara agilize a votação dessa matéria para que o Governo Federal possa passar os recursos para os municípios”, explicou o prefeito.

Segundo o prefeito, a situação não está tão crítica no município, em relação aos demais municípios do país, por que a Prefeitura de Rio Branco assumiu essas gratuidades, baixando a passagem de R$ 4,00 para R$ 3,50. “Aqui em Rio Branco o caos não se instalou por que a Prefeitura assumiu o pagamento dessa gratuidade. Nós nos antecipamos bem e estamos pagando as gratuidades. Aquele dinheiro que adiantamos lá atrás, em que as empresas pagaram os funcionários que estavam atrasados desde dezembro. Nós assumimos a gratuidade e estamos atrás que o Governo Federal repasse o dinheiro, que facilita para todas as prefeituras do Brasil e é claro que vai facilitar também para a Prefeitura de Rio Branco”, ressaltou Tião Bocalom.