Plano Municipal de Saneamento Básico é apresentado ao Prefeito de Rio Branco

Prefeito acompanha apresentação do Plano Municipal de Saneamento Básico (Foto: Evandro Derze/Assecom)

Foi apresentado ao Prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, nesta quinta-feira, 10, o Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB). O referido plano busca a participação continuada da sociedade rio-branquense, com objetivo de elaborar as agendas das ações ligadas ao saneamento básico do município.

O plano é de suma importância no processo de universalização dos serviços de água, esgoto, drenagem e resíduos sólidos, uma vez que constitui importante ferramenta de planejamento e gestão municipal e visa proporcionar uma melhor qualidade de vida à população, uma bandeira levantada pelo prefeito Tião Bocalom.

Estavam presentes no evento, Edvaldo Fortes, presidente do Saerb, Tenente Coronel Cláudio Falcão, Coordenador Municipal de Defesa Civil, engenheiro José Assis, diretor Presidente da Emurb, Jean Almeida, representando a secretaria Municipal de Cuidados com a Cidade, entre outras autoridades.

O presidente do Saerb, Edvaldo Fortes, afirmou que através desse plano se faz necessário nortear todas as ações em relação ao tratamento de água, esgoto e resíduos sólidos e que é um plano para 20 anos. “Com esse plano aprovado abrem-se às portas para a captação de recursos, para que possamos começar a fazer investimentos, até então, estamos preocupados em manter o sistema funcionando” afirma Edvaldo.

De acordo com o prefeito esse plano é de suma importância para a população e pediu agilidade a toda a equipe para a inicialização do mesmo em um prazo máximo de 90 dias. “É fundamental que possamos ter esse plano, já é algo que deveria ter sido feito há muito tempo, pois Rio Branco não tem um plano municipal de saneamento básico. Agora estamos atrás de buscar recursos para poder tocar o projeto. Se for necessário a prefeitura investir, nós investiremos, mas não dá só para a prefeitura ficar investindo dinheiro, por isso a importância de buscar recursos e empréstimos fora”, concluiu Bocalom.