Prefeitura lança campanha de combate ao Aedes Aegypti, na parte alta de Rio Branco

Bocalom: “Pedimos a população que nos ajude a combater esse mosquito porque a dengue, mata” (Foto: Dircom)

A prefeitura de Rio Branco lançou nesta segunda-feira, 22, a campanha de combate ao Aedes aegypti na capital acreana. A ação é desencadeada por várias secretarias do município, lideradas pelas secretarias Municipais de Saúde (Semsa) e Zeladoria da Cidade (SMZC).

A Zeladoria está entrando com a limpeza das ruas e coleta de entulhos. A Semsa colocou suas equipes de agentes de saúde nos bairros Tancredo Neves, Jorge Lavocat e Montanhês para conscientizar os moradores sobre a limpeza dos quintais e destruição dos focos do mosquito.

A união das secretarias é uma determinação do prefeito Tião Bocalom, que participou da cerimônia de lançamento da campanha e pediu empenho de todos para vencer o zika vírus, a chikungunya e a dengue.

A Zeladoria está com 20 equipes nas ruas. “Hoje nós já atingimos 207 bairros de Rio Branco com retirada de entulhos, capina, roçagem e limpeza das praças e dos parques. Até o fim do ano vamos concluir 100% dos bairros e, com certeza, essa ação de limpeza tem contribuído para que o mosquito não se prolifere”, enfatizou Joabe Lira, secretário da Zeladoria.

De acordo com a secretária da Semsa, Sheila Andrade, essa campanha de prevenção inicia em novembro quando as chuvas já começam a se intensificar. “Dentro dos estudos que fizemos, detectamos que nos bairros da parte alta da cidade se concentram a maior proliferação do mosquito Aedes Aegypti.  Por isso pedidos a participação da população contra esse mosquito. Nós precisamos que todos se conscientizem e se juntem a nós nesse mutirão de combate a esse mosquito”, disse Sheila Andrade.

O prefeito Tião Bocalom enalteceu o trabalho que a Semsa e Zeladoria estão fazendo para evitar uma epidemia de dengue, zika e chikungunya. “Queremos evitar o que aconteceu, no início deste ano, quando assumimos a prefeitura. Foram mais de 1.700 casos, em uma seman,a com três óbitos e não queremos mais que isso se repita. Não podemos correr o risco de deixar as pessoas ficarem doentes. Pedimos a população que nos ajude a combater esse mosquito porque a dengue, mata”, concluiu Bocalom.