Em visita a feira promovida pelo SINPAL prefeito Tião Bocalom defende compra direta das indústrias acreanas de alimentos

Acompanhado da vice-prefeita Marfisa Galvão e de vários secretários, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, visitou na tarde de sexta-feira, 24, de uma feira organizada pelo Sindicato das Indústrias Produtoras de Alimentos (SINPAL).

O objetivo da visita foi conhecer os produtos oferecidos pelas empresas filiadas ao sindicato, como refrigerantes, iogurtes, bolachas, doces, farinhas, licores, cachaças, carnes bovinas, suínas, carnes de cordeiros etc, todos produzidos no Estado e que podem, inclusive, fazer parte do cardápio da merenda escolar da rede municipal de ensino.

De acordo com o presidente do SINPAL, empresário José Luiz, da indústria Miragina, falou da importância da visita. “A expectativa é de que, tanto ele, quanto os secretários que o acompanham conheçam a variedade de produtos que a indústria acreana de alimentos já está fazendo. Produtos de altíssima qualidade”, enfatizou.

O empresário Beto Moreto também destacou o objetivo da visita e o padrão de qualidade das indústrias de alimentos locais. “Essa feira tem como objetivo apresentar à sociedade acreana as indústrias amigas do Acre. Nós queremos levar ao nosso consumidor a qualidade com que as nossas indústrias produzem, não deixando nada a qualquer indústria do restante do país”, salientou.

Valorização e incentivo

O chefe da Casa Civil, Valtim José, defendeu a valorização e o incentivo à indústria local. “São produtos naturais, produtos da terra, isso é muito importante. E isso que a gente precisa valor, precisa incentivar. São produtos nossos. Quando a gente coloca esses produtos na nossa mesa, nós geramos emprego, geramos renda em nossa cidade”, afirmou.

Agradecimento

O prefeito Tião Bocalom agradeceu o convite do SINPAL. “Agradecemos imensamente o convite e estou muito feliz por ver o potencial da nossa indústria de Alimentos. Ficamos sensibilizados com tudo que vimos aqui. E digo mais: precisamos criar uma condição para quando adquirir esses alimentos para as nossas escolas, por exemplo, comprar diretamente das nossas indústrias e não dos chamados Pasteiros, de terceiros, que acabam vendendo mais caro”, finalizou.