Em entrevista à CBN Amazônia prefeito de Rio Branco faz balanço dos sete meses de gestão e projeta novos investimentos na capital

Há sete meses e 17 dias no comando da capital acreana, o prefeito Tião Bocalom fez um balanço das principais ações de seu governo, durante entrevista, nesta terça-feira, 17, ao radialista Victor Lebre, da Rádio CBN Amazônia.

O gestor disse que Rio Branco promoveu avanços importantes na vacinação contra a covid-19, projetou o lançamento de 50 novas obras na área da construção civil, na retomada de eventos futuros pós-pandemia.

De acordo com o prefeito, a gestão trabalha em várias frentes, no enfrentamento a pandemia e falou da estratégia do município para debelar o surto de dengue que atingiu Rio Branco: contratação de profissionais, conscientização e fiscalização de focos da doença.

ZELADORIA

A prefeitura iniciou o “Programa Cidade Limpa, Povo Desenvolvido”. Para isso, elevou o número de equipes de 10 para 20 o que possibilitou fortalecer e ampliar os serviços de limpeza da cidade, além de reduzir drasticamente os índices de contaminação da dengue.

INFRAESTRUTURA

O prefeito falou ainda sobre o lançamento de 50 obras na área da construção civil, com recursos federais para gerar mais emprego, especialmente para as pessoas que não tiveram a oportunidade de frequentar uma escola de qualidade.

Lembrou que a Emurb também dobrou o número de equipes e está avançando com tapa-buracos, nas vias estruturantes e nas transversais. “Decidimos assumir todos os ramais da cidade. Algo inédito”, destacou Bocalom.

A Emurb está executando a raspagem nos 2.200 quilômetros de ramais existentes na capital e trabalhando para piçarrar em 500 quilômetros de ramais para rodar de inverno a verão no Projeto Moreno Maia.

EDUCAÇÃO

“É uma das áreas que estamos trabalhando para que possamos implantar escolas centralizadas. Isso vai permitir trabalharmos com ensino fundamental e ensino médio, na zona rural, garantir transporte escolar de qualidade, auxiliar as pessoas na área da saúde. Com isso, prover dignidade ao homem do campo”, observou Bocalom.