Prefeitura de Rio Branco realiza visita técnica no Restaurante Popular

O prefeito Tião Bocalom, a secretária Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH), Marfisa Galvão, o secretário Municipal da Agricultura Familiar e Desenvolvimento Econômico (Safra), Eracides Caetano e o secretário  Municipal da Zeladoria da Cidade Joabe Lira, realizaram uma visita técnica na tarde desta quinta-feira, 17, no restaurante popular localizado no bairro Sobral.

Segundo Leonardo Lameira, chefe do Departamento de Segurança Alimentar, o objetivo da visita técnica foi para avaliação do restaurante, entregue pela gestão passada. “A gente veio fazer a conferencia do nosso patrimônio, ver a situação estrutural e dos equipamentos. E mostrar as nossas demandas que são muitas. E para a gente reabrir o restaurante, a gente precisa de um esforço coletivo, da Seinfra, da SASDH, do banco de alimentos e da Safra”, disse Lameira.

De acordo com a secretária da SASDH, Marfisa Galvão, o restaurante popular está fechado em torno de dois anos. “Devido a pandemia, muitas pessoas estão passando necessidade, mas, existe um apoio grande da SASDH, no acompanhamento dessas pessoas inclusive as que vivem em condição de rua. E pensando em tudo isso, nessa preocupação com o ser humano, que a gente está fazendo uma programação de reabertura do restaurante popular”, revelou Galvão.

O prefeito Tião Bocalom, disse que a visita técnica foi para verificar in loco, as condições e a estrutura do restaurante. “Podemos observar que está relativamente boa, evidentemente que precisamos fazer algumas reformas no prédio. Tem alguns equipamentos que a gente precisa comprar, mas, eu vejo que logo […] logo, não vou dar prazo, mas, acredito que daqui a 40 a 60 dias a gente possa reabrir o restaurante”, comentou o prefeito.

Ainda de acordo com o prefeito, eram servidos diariamente cerca de 500 refeições no restaurante. “O que a gente quer é ampliar a quantidade de refeições diárias ao longo do tempo, isso não significa dizer que será logo de começo. E para ampliar a gente tem que diminuir os custos. A gente não vai ter mais empresa, é a própria prefeitura que vai tocar, iremos buscar parcerias com o comercio local, com a própria secretaria de agricultura do nosso município”, afirmou Bocalom.