Prefeitura de Rio Branco garante investimentos para reforma e ampliação dos abrigos para adolescentes na capital

A prefeitura de Rio Branco, por meio das secretarias Municipais de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH) e Planejamento (Seplan), fez uma visita nessa sexta-feira, 11, aos abrigos Sol Nascente e Drª Maria Tapajós, no bairro Rui Lino II.

O local abriga adolescentes dos 12 aos 18 anos, de ambos os sexos, que tiveram seus direitos violados. Acolhe também crianças com irmãos pra não ficarem separados e romper o vínculo familiar e crianças que foram abusadas sexualmente ou sofreram negligência por parte da família.

“O abrigo é considerado uma casa. Ele tem o seu lugar humanizado”, disse a coordenadora do local, Ana Paula Souza.

De acordo com Ana Paula, o abrigo precisa de reformas urgentes. “Graças a Deus o prefeito Tião Bocalom e a secretária Marfisa abraçaram a nossa causa e a prefeitura está com um projeto lindo de reforma e ampliação dos nossos dois espaços para socializar ainda mais nossas crianças e adolescentes”, informou.

“Nessa gestão, a prioridade é cuidar bem do ser humano e dar mais dignidade a esses adolescentes”, disse a secretária da SASDH, Marfisa Galvão.

Durante a visita foram discutidos e definidos onde serão investidos os quase R$1,5 milhões. Recursos adquiridos de emendas parlamentares, que já estão em caixa e sendo usados na reforma e ampliação dos dois espaços.

De acordo com a secretária Municipal de Planejamento, Neiva Tessinari, o dinheiro já tem destino certo. “Definimos que vamos além da reforma. Construiremos uma biblioteca para que essas crianças e adolescentes tenham acesso a leitura e jogos, um parquinho, uma quadra de esportes e uma horta, proporcionando melhor qualidade de vida”, explicou Neiva.

“A gente viu aqui que o ambiente está bastante deteriorado e esses recursos vão ajudar a melhorar o espaço”, enfatizou Tião Bocalom.

O prefeito enfatizou ainda que o projeto da prefeitura de Rio Branco é gerar condições de dignidade para a população. “Mais do que nunca, esse público, essas crianças, que deixaram suas famílias, precisam de dignidade”, concluiu Bocalom.