Prefeito acompanha atendimento no Parque com membros do Ministério Público e senador Petecão

Promotor conhece as instalações do Parque (Foto: Dircom)

Acompanhado do senador Sérgio Petecão e do Ministério Público do Acre (MPAC), representado pelo promotor de Justiça, Marco Aurélio Ribeiro, o prefeito Tião Bocalom fez uma visita, no início da tarde desta quinta-feira, 18, ao Parque de Exposições, onde estão abrigadas 28 famílias que foram atingidas pela cheia do Rio Acre.

O chefe do executivo e demais autoridades conferiram a disposição dos módulos, as ações na área de saúde, higienização do espaço, assistência social, a cozinha e qualidade dos alimentos servidos. Mantendo distanciamento social e usando máscara, Bocalom conversou com as vítimas e agradeceu o empenho de cada profissional envolvido na ajuda humanitária.

Para o representante do Ministério Público, há uma melhoria muito grande no tamanho dos boxes, proporcionando mais dignidade. “Acreditamos que um refeitório específico ajuda bastante para evitar o contato e divisão de comidas. Isso vem a calhar de uma forma muito digna para os que aqui se encontram acolhidos. Estamos satisfeitos”, destacou Marco Aurélio.

Prefeito mostra ao senador estrutura montada no Parque de Exposições (Foto: Dircom)

O trabalho realizado pela Prefeitura em favor das vítimas da alagação foi destacado pelo senador Sérgio Petecão. “Quando cheguei aqui ainda estava a presença do Ministério Público, que acho de fundamental importância. Sinceramente ainda não tinha visto, aqui, um trabalho humanitário deste tamanho. Não precisa de grandes estruturas, mas ver o prefeito conversando com as pessoas como se elas fossem seus familiares é uma demonstração de grande sensibilidade do gestor. Ninguém quer sair de suas casas, mas um trabalho feito com humanização como está sendo feito pela prefeitura merece aplausos”, disse.

“Eu fico feliz em saber que o Ministério Público veio aqui a nosso pedido, acompanhar todo trabalho que está sendo executado e gostaram. A nossa gestão será sempre desse jeito, muito transparente e, de preferência, sempre acompanhada pelos órgão de controle. Nosso objetivo é cuidar das pessoas com muito mais humanidade. Não podemos esquecer que essas pessoas estão tristes por ter que deixar a casa, ou seja, já tiveram prejuízo, não dá para tratar de qualquer jeito, estamos mexendo com o sentimento do ser humano”, observou Bocalom.