Semsa usa carro de som em campanha contra o mosquito transmissor da dengue

As ações de conscientização e combate à proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e da zika, desenvolvidas pela Secretaria Municipal da Saúde (Semsa), estão sendo reforçadas pela Diretoria de Vigilância em Saúde (DVS). O carro de som da instituição também está passando nos bairros de Rio Branco para alertar a população.

O secretário municipal de Saúde, Frank Lima, preocupado com a alta no número de notificações da doença, orientou à da Semsa que todos os trabalhos relacionados ao combate ao mosquito fossem fortalecidos pela equipe da DVS, por meio do Departamento de Vigilância Epidemiológica e Ambiental, o que está acontecendo.

“Sabemos que para conter o avanço da Dengue é preciso que a população abrace essa causa, então colocamos um carro de som pedindo isso. Estamos orientando as pessoas que cuidem do quintal de casa. Como diz o prefeito, cada um precisa fazer o papel que lhe cabe”, explica a diretora de Assistência à Saúde (DAS), Sheila Andrade.

Segundo Sheila, também se tem percebido o aumento de atendimentos a usuários que apresentam sintomas semelhantes aos da dengue. A equipe de profissionais está de prontidão nas unidades da rede municipal, orientada a avaliar os usuários, notificá-los com suspeita e submetê-los a exames laboratoriais.

“Estamos em contato direto com os coordenadores das unidades, para que possamos controlar a situação dentro daquilo que é possível. Nossa missão é garantir além da educação, também os atendimentos na rede. Por meio da Vigilância estamos executando um trabalho sólido que trará melhoria nos índices”, avalia Sheila Andrade, que também responde pela DVS.

CRESCENTE

Nas primeiras duas semanas epidemiológicas, Rio Branco registrou 820 notificações de casos suspeitos de Dengue. Houve registro de casos em aproximadamente 100 bairros da cidade, sendo os bairros Cidade do Povo, Belo Jardim e Bahia Nova, as comunidades em que houve maior número de notificações. O serviço de UBV, popularmente conhecido como “fumacê”, também foi iniciado nos bairros da Capital, para tentar controlar a proliferação do mosquito.